| BIKE EXPLORER 2010 - RELATO |
|
|
|
|
Dia 12 de Dezembro de 2010, 8 horas da manhã, na Praça Senador José Bento, em Pouso Alegre, Sul de Minas Gerais.
Último evento oficial do ano, aguardado por tantos, pedido por muitos.
Finalmente chegada à hora.
O horário, com certo atraso, para a chegada de grandes amigos que não podiam ficar de fora. Não estragou a festa de ninguém. Ansiedade à flor da pele, dormir de que jeito à noite? Tudo programado para dar certo e satisfazer a todos. Sucesso!!! Já adianto a resposta. Graças à participação e confiança dos 32 participantes do BIKE EXPLORER 2010.
Seguimos por asfalto até a pequena Congonhal onde paramos no primeiro posto de combustíveis para a preparação final antes da grande subida. Lá encontramos nosso amigo Eurico, amante das bikes e organizador de divertidos eventos em sua cidade, que nos acompanhou no trajeto.
A subida, conhecida de muitos e temida por vários, iniciou com um sol escaldante torrando o couro. Alguns mais animados seguiram pela “Trilha dos Romeiros”, o antigo caminho que leva ao mesmo destino, o bairro de São Domingos.
O lugar ficou famoso quando em 1987, no bairro São Domingos, situado no alto da Serra das Tranqueiras, na cidade de Congonhal, Minas Gerais, o jovem Alfredo Moreira Filho, 22 anos, teve uma experiência singular. Alfredo, coordenador das orações do grupo de Renovação Carismática Católica que se reunia na capela São Domingos às segundas-feiras, após o término Do encontro, já no caminho para sua casa, ouviu uma voz suave que lhe disse: “Eu Preciso de você”. Passaram-se mais alguns dias e a mesma voz insistiu novamente: “Eu preciso de você”. Após uns vinte dias, quando ele novamente voltava do encontro com o grupo de oração, pela terceira vez ouviu a mesma voz, que lhe falou: “Eu preciso de você”. Então, respondeu: “Se precisa tanto de mim, eu topo.”
A voz falou-lhe ainda: “Então não se assuste com o que vai acontecer.” Em 22 de junho de 1987, passados três meses do ocorrido, após o término das atividades do grupo de oração, quando o povo já tinha saído da capela, um fenômeno começou a acontecer: uma só lâmpada começou a apagar e a acender, e imediatamente tornou-se maior. Então a lâmpada desapareceu e apareceu uma senhora sorrindo com o terço na mão. Apesar de estarem presentes os outros seis componentes do grupo, apenas Alfredo viu a Virgem; os outros apenas continuaram vendo a lâmpada a apagar e acender. Iniciou-se, então, uma seqüência de aparições, ocasião em que Nossa Senhora, que se identificou como Nossa Senhora Rainha da Obediência, transmitia breves mensagens ao vidente para serem divulgadas ao mundo. A última aparição se deu em 29 de fevereiro de 1988 quando uma multidão de cerca de 50 mil pessoas se aglomerou no pequeno bairro rural de São Domingos para receber alguma graça da Santíssima Virgem. Um Santuário foi erigido, a duzentos metros da capela das aparições, em louvor a Nossa Senhora Rainha da Obediência. (Fonte: Livro: Eu Sou a Rainha da Obediência - Autor: Padre Vincenzo Savoldi, CS – 1ª Edição – 1999)
Do bairro de São Domingos, onde os moradores sempre nos recebem com carinho e simpatia, após um breve descanso, orações de pedidos e agradecimentos, coisas intimas de cada um dos participantes e da tradicional foto na frente da igreja, seguimos nosso caminho.
Em 2009 fomos em direção à Pousada Rural, mas o caminho de 2010 seria especial. Logo entramos em uma trilha mais fechada, que se transformou num vale e, por sua singularidade e beleza a turma apelidou de “Vale Perdido”. Incrível!
Quase terminando o percurso na terra, num vilarejo conhecido por “Douradinho” pertencente ao município de Espírito Santo do Dourado, uma chuva lavou a alma dos participantes, refrescando o calor que continuava intenso. Estávamos parados consertando alguns pneus furados, todos juntos, mostrando como sempre o companheirismo do pessoal.
Mais algumas subidas e chegamos (mortos!!!) ao topo da serra. Após a maravilhosa descida, por asfalto pro que ninguém é de ferro, um almoço caipira aguardava os participantes no Restaurante Nicolau, no trevo de Espírito Santo do Dourado. Muito resolveram dar um cochilo após a fartura de comida mineira e foram deitar no gramado atrás do restaurante.
De lá seguimos de volta, novamente por asfalto graças à bóia que ainda pesava no estomago e ao adiantado da hora. Para completar, chegando ao “bike-ponto”, uma bela salada de frutas preparada pela organização do Bike Explorer fechou com chave de ouro mais evento de sucesso do Grupo Ciclosulminas.
Veja as fotos dessa aventura, CLIQUE AQUI
|






























